Germinar na Bio Brazil Fair

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Tucumã - também para o corpo e cabelos


O tucumã, fruto de uma palmeira amazônica, de polpa grudenta e fribrosa , segundo Chaves (1947) é riquíssima em vitamina A, tendo a vitamina 90 vezes mais que o abacate e 3 vezes superior a da cenoura, possuindo também alto teor de vitamina B (tiamina) e alto teor de vitamina C, rivalizando com os cítricos..
O tucumã possui também alto valor energético (247 calorias por 100 gramas), além de glicídios (19,1%), lipídicos (16,6%) e protídeos (3,5%).Sendo assim, mesmo ignorando o fato, as populacões amazônicas estão bem beneficiados pelo suprimento vitamínico do tucumã.
Os indígenas usam as folhas da palmeira para confeccionar cordas dos arcos, redes para pesca e para dormir. Da madeira, dura e resistente, fazem muitas coisas, além de utilizarem o óleo da polpa e da amendoa, que além de cosmetíveis, usam-no para untar corpo e cabelo.

Descrição do fruto
Nome científico: Astrocaryum vulgare Mart.
Espécie nativa do norte da América do Sul, possivelmente do Pará, onde tem seu centro de dispersão. Distribuído até a Guiana Francesa e Suriname.
Fruto do tucumanzeiro, palmeira que chega a alcançar 10m de altura.
Essa palmeira produz cachos com numerosos frutos de formato ovóide, casca amarelo-esverdeada e polpa fibrosa, amarela, oleaginosa característica, que reveste o caroço.
Fonte: www.portaldaamazônia.com

Onde adquirir óleo de amêndoa de tucumã: hidratação para o corpo e brilho e movimento aos cabelos www.lojagerminar.com.br

sexta-feira, 23 de abril de 2010

quinta-feira, 22 de abril de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Curupira

Todo dia era dia de índio
Curupira é um ser mítico do folclore brasileiro, protetor das florestas e dos animais. Seu nome, em tupi-guarani, significa "coberto de feridas". Ele tem cabelos vermelhos, orelhas pontudas, pele verde (ou amarelada) e pés virados para trás. Pune aqueles que praticam qualquer forma de destruição à natureza, fazendo com que se percam na mata e não mais consigam voltar. Dizem os caboclos, que antes de uma tempestade ouve-se na floresta ruídos inexplicáveis de madeira estalando e afirmam ser o Curupira testando a resistência das árvores, pois caso estejam frágeis, ele mesmo as segura para que não caiam.
Também, dizem que ele tem o poder de ressuscitar animais mortos e que ele é o pai do moleque Saci Pererê.
Há uma versão que diz que o Curupira, como castigo, transforma os filhos e mulher do caçador mau, em caça, para que este os mate sem saber.

Curupira

O Curupira - Animação nacional, dirigida por Humberto Avelar

Pupunha



Período de safra: de janeiro a março.
A pupunheira dá um fruto em cachos, que pode ser arredondado ou cônico, e de várias cores: vermelha, amarela, alaranjada e até mesmo verde.
Modo de fazer:
- Cozinhar com água e sal até ficar "um pouco macia".
- Escorrer.
Como comer:- Retirar a casca e a semente, colocar um fio de azeite extra-virgem, passar na farinha de mandioca.
Acompanhamento:- Tomando café.
É muito bom.
Onde encontrar: Belém (Pará): Ver-o-Peso.

domingo, 18 de abril de 2010

Muiraquitã, o talismã das Amazonas

Antigamente havia uma tribo de mulheres guerreiras, as Icamiabas (legendária tribo das Amazonas), que não tinham marido e não deixavam ninguém se aproximar de sua taba
Manejavam o arco e a flecha com uma perícia extraordinária. Parece que Iaci, a lua, as protegia.
Uma vez por ano recebiam em sua taba os guerreiros guacaris como se fossem seus maridos. A lenda diz que, se dessa união nascessem filhos masculinos, estes eram entregues aos guerreiros para criá-los e as meninas ficavam com elas.
Naquele dia especial, pouco antes da meia-noite, quando a lua estava quase a pino, elas se dirigiam ao lago, levando nos ombros potes cheios de perfumes que derramavam na água para o banho purificador.
A meia-noite mergulhavam no lago e traziam um barro verde, dando formas variadas, como sapo, peixe, tartaruga, entre outros. Mas é a forma de sapo a mais representada por ser a mais original. Elas entregavam aos guacaris, que penduravam em seus pescoços, enfiados numa trança de cabelos das noivas, como m amuleto.
Até hoje, acredita-se que o muiraquitã traz felicidade a quem o possui, sendo, portanto, considerado como um amuleto.

Em Belém-PA, Mercado Ver-o-Peso, há artesanatos lindos, comidas da terra, polpas e frutas.
Artesanatos: Ver-a-Arte – arte marajoara, tapajônica e rupestre (com um diferencial: não há penas de pássaros). Tel. (91) 3212-0247

Não compre acessórios feitos com penas, ossos e pelos. O crime não é arte.

sábado, 17 de abril de 2010

Delicadeza é bom

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Comida viva: alimentação inteligente


Este é um livro diferente, inovador e que irá surpreendê-lo!

As receitas que irá encontrar neste livro são saudáveis e rápidas, respeitam nosso corpo, o nosso Templo, e causam o mínimo de impacto ambiental ao nosso Planeta Terra.

Respeitam também, a nossa fisiologia e a anatomia humana, priorizando o nosso alimento ideal, as Frutas e como complemento, as Verduras, os Vegetais e algumas poucas Sementes e Castanhas, sendo assim, receitas cruas e veganas.

Estas receitas: - Não levam adição de sal, açúcar e outros temperos e condimentos;
-Não é preciso cozinhar e levar horas para prepará-los;
-Não é preciso comprar nenhum alimento importado e caro
pois as receitas são feitas com alimentos locais e da estação;
-Não são utilizados alimentos de origem animal tais como carne de todos os tipos, leite e derivados e que tenham passado por muitos processos, adições e industrialização para chegar até sua mesa.

Quer dizer, nada que modifique o que a Mãe Natureza criou e nos deu com tanta simplicidade, amor e beleza.
 

Você saberá porque podemos nos deliciar com os alimentos tais como são, ainda em seu estado cru, maduro, fresco, integral e, de preferência, orgânico.
Você irá constatar tudo isso e muito mais com sua própria experiência, criatividade, vivenciando desta nova e, desde sempre, forma de se alimentar.

Na Natureza, nada se perde, tudo se transforma!

Adquira em: http://www.comidaecologica.com.br/bemvindo/nossos-produtos/alimentacao-inteligente/

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A boa terra: biodiversidade da Amazônia peruana


Assisti no final de semana. A TV Brasil tem uma excelente programação e é melhor ainda na madrugada.

terça-feira, 6 de abril de 2010

domingo, 4 de abril de 2010

Natura é acusada de biopirataria

Acompanhe a tramitação da ação civil pública na 3a Vara da Justiça Federal do Acre: Ação civil pública do Ministério Público Federal (MPF), que envolve o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), acusa a indústria de cosméticos Natura, a Chemyunion Química Ltda e o empresário Fábio Dias Fernandes, proprietário da empresa Tawaya, de Cruzeiro do Sul (AC), fabricante de sabonete de murumuru, de se apropriar indevidamente de conhecimentos tradicionais da etnia indígena ashaninka da aldeia Apiwtxa do rio Amônia. A acusação de biopirataria refere-se ao uso do ativo de murumuru (Astrocaryum ulei Burret). AQUI

sábado, 3 de abril de 2010

Luminescência

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Malária (II): cobaias humanas servem aos EUA

Malária: os EUA estão "biopirateando" o nosso mosquito

Por Chico Araújo

Há também indícios de que o National Institute of Health, dos Estados Unidos, investiu ilicitamente nos últimos anos mais de US$ 20 milhões na Amazônia na busca do mosquito transmissor da malária. As ações, segundo a Abraspec, contariam com a ajuda direta de vários pesquisadores e autoridades brasileiras. “Há provas de que foram pagos mais de US$ 925 mil só por aquele estudo realizado no Amapá (Heterogeneidade de Vetores e Malária no Brasil) fora todos os outros que ainda estão em andamento em solo brasileiro”, assegura o presidente da Abraspec, o advogado Jardson Bezerra. O advogado é especialista em Biodireito.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Nestlé: das experiências em animais ao trabalho infantil (II)

“Sabia que mais da metade do cacau consumido vem da África? Sabia que há plantações onde trabalham quase 300.000 crianças subjugadas pela influência das multinacionais e fora do comércio justo? Provavelmente já tenha ouvido alguma vez com certa incredulidade. Hoje vou contar o passado e o presente desta crueldade. De como algumas companhias, como a Nestlé, demoraram e adiaram sua responsabilidade nos acordos estabelecidos para solucionar a raiz do problema da escravidão nestas plantações”.
http://www.kurioso.es/2009/09/10/el-cacao-de-nestle-en-africa/

Nestlé: das experiências em animais ao trabalho infantil (I)

Há sangue em suas mãos

terça-feira, 23 de março de 2010

Andy Wahrol: O direito de dizer “não gostei”



Por Mazé Leite (*)

Foi inaugurada na Pinacoteca de São Paulo, neste 20 de março, uma exposição com 170 trabalhos do norte-americano Andy Wahrol. São pinturas, gravuras, fotografias, filmes e instalações de um dos ícones preferidos da mídia. E de uma certa categoria de gente (dessa gente que gosta de estar na onda da moda) que “ama de paixão” a arte contemporânea.
Mas... Quem foi Andy Wahrol?
Warhol nasceu em 1928, na Pensilvânia, EUA, e era o quarto filho de uma família de operários imigrantes, originários da Eslováquia, fronteira com a Polônia. Em 1945, com 17 anos de idade, entrou na, hoje, Universidade Carnegie Mellon, onde se graduou em Design. Logo depois, mudou-se para Nova Iorque onde começou a trabalhar como ilustrador de revistas como a Vogue e a New Yorker. Também fazia anúncios publicitários e dispositivos para vitrines de lojas. Como artista gráfico e diretor de arte, ganhou diversos prêmios. Sua primeira exposição individual aconteceu em 1952, com quinze desenhos baseados na obra de Truman Capote. E a partir daí começa a se construir o personagem Andy Wahrol.
No início dos anos 60, em plena Guerra Fria entre os EUA e a União Soviética, os planos norte-americanos de transformar Nova Iorque num centro cultural já estava em pleno andamento. Jackson Pollock, De Kooning e Mark Rothko já eram figuras de proa no Expressionismo Abstrato daquele país, uma estética que representava – para os mandarins culturais ideológicos dos EUA – a ideologia da liberdade, da livre iniciativa e, sobretudo, anticomunista.
Foi nesse meio que o artista gráfico Andy Wahrol se formou e começou a construir a personagem Andy Wahrol.
Fui ver esta exposição, que se intitula muito apropriadamente “Mr. America”, em Buenos Aires, em dezembro passado, no MALBA. Foi no mínimo curioso ir ver uma exposição como esta, de Andy Wahrol, num museu que se chama de Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires e que ocupava três andares, sendo apenas um reservado para os realmente artistas latino-americanos. É a mesma exposição que passou pela Museu del Banco de Bogotá na Colômbia e que agora se inaugura aqui em São Paulo. Essa mostra traz uma boa parte do trabalho desse artista, o que é útil para aqueles que desejarem um conhecimento maior sobre ele. Ou para se juntar à trupe que o aplaude, ou para simplesmente confirmar, ao vivo, que ele realmente nada tinha a dizer que valesse a pena.
Ou melhor, tinha. Wahrol se formou no meio da publicidade e do design. Sua importância, enquanto artista deve-se ao fato de que soube, mais do que ninguém, fazer a aproximação máxima entre arte e capitalismo. Show man e show business em potencial – teve até um programa na MTV – Wahrol não tinha vergonha de assumir: “Sou uma pessoa profundamente superficial. As palavras enchem espaço. Prefiro encher a carteira”. Para ele o artista devia ser uma estrela, como as hollywoodianas, e todos deveriam perseguir seus “quinze minutos de fama”.
Logo no começo da mostra, entre os primeiros quadros, um que representa o Tio Sam, claro, pois a mostra se chama “Mr. America”. Seguem-se a ele, alguns auto-retratos com Wahrol fantasiado de dragqueen. E mais à frente, as famosas serigrafias e estêncils com a logomarca das Sopas Campbell, seguidos por colagens com notas de dólar, e fotografias da Estátua da Liberdade. Deparo-me com a seguinte frase, entre os quadros: “De nenhuma maneira trato de fazer uma crítica aos EUA e nem mostrar coisas feias”. Anotei esta frase no caderninho que me acompanha nas exposições, para não esquecer. Em seguida, passa-se por alguns quadros representando uma morte em cadeira elétrica, um acidente automobilístico e um suicídio – o máximo de “denúncia social” a que o artista se propôs. Mas diz logo em seguida: “Creio que minha arte representa os EUA, mas não faço crítica social: só pinto esses objetos em minhas obras porque são os que melhor conheço”.
Como bom publicitário, ele inaugurou a fase (que ainda dura e ninguém aguenta mais tanta variação sobre o mesmo tema) onde se usa uma marca, um objeto, um produto do mercado de consumo, tentando-se elevá-los ao status de obra de arte. Transformando tudo em produto, como é próprio do sistema capitalista, além das sopas Campbell, Andy Wahrol brincou com retratos, como o cansativamente reproduzido Marilyn Monroe, mas também com o de Mao Tse Tung e de Lenin. Por isso, quando vemos broches e camisetas do Che à venda em lojas de departamentos – o Che, o grande revolucionário latino-americano, anticapitalista e cuja face foi transformada em produto de grife – devemos isso ao grande inovador da publicidade-pop-arte-capitalista Andy Wahrol.
Porque para ele, acima de tudo, arte era um negócio e, no final da vida, também apenas assinava as serigrafias que sua equipe produzia como autêntica. Já estava em pleno funcionamento a sua indústria artística, que era ao mesmo tempo espetáculo. Assim como suas obras, Andy Wahrol se transformou também numa logomarca, numa virtualidade incorpórea. Ele era a própria americanização da arte tão desejada pelos autores norte-americanos da Guerra Fria, ou seja, uma forma nova de se fazer e pensar(?) a arte, com o artista e sua obra se transformando em um espetáculo ao qual todos podiam assistir em horário nobre. A imagem acima de tudo, mas uma imagem irreal. Quanto mais distante da realidade mais venerável.
Todos esses não são valores ainda muito atuais? Talvez seja por isso que Andy Wahrol tenha ainda uma legião de fãs entre uma maioria de desinformados, porque a marca, o produto de mídia “Andy Wahrol” ainda se multiplica e ainda vende. Ele mesmo, em várias de suas famosas tentativas de profetização, declarou que a “arte empresarial é o passo que vem depois da arte”. E acrescenta: “Depois que fiz a coisa chamada 'arte', ou seja lá como chamam, entrei na arte empresarial”, porque “ser bom nos negócios é o tipo mais fascinante de arte”. Nada mais próximo da receita atual de capitalismo e também do modelo de arte do mercado: pega-se um artista – ou um não-artista, melhor ainda se tiver um 'não' antes – e sua brilhante ideia, passa-se pela peneira da midia, transforma-se ambos em uma grande novidade, combina-se que aquela obra foi vendida por milhões de dólares (às vezes é real!), lança-se artista e produto no mercado de ações, assiste-se freneticamente ao subir de suas cotações nas Bolsas de Valores, atinge-se o clímax ao som das notas de dólares preenchendo as carteiras (né, Wahrol?) e, após o orgasmo, poucos sobram para continuarem em movimento de sobe-e-desce. Até vir o próximo.
Mas vale a pena ir ver Andy Wahrol na Estação Pinacoteca de São Paulo. Aliás, vale a pena ir ver exposições, sempre, sempre, sempre! Mesmo que o que se apresente aos nossos olhos não seja do nosso gosto. Sim! Porque nós PODEMOS dizer que não gostamos – se não gostamos – seja de Andy Warhol ou de Vik Muniz! Porque hoje em dia até mesmo o básico direito de torcer o nariz para os artistas endeusados pela midia e curadores (mercadores) de arte, é recebido como ignorância! “Andy Wahrol – dizem “eles” - era um artista rebelde, que via a sociedade com cinismo”, apesar de ter se dado muito bem com essa mesma sociedade! Mas prefiro ficar com o jornalista brasileiro Luciano Trigo, que diz que quem enxerga na obra de Warhol “uma crítica à sociedade de consumo não entendeu nada”.

(*) Artista plástica, membro do Atelier de Arte Realista de Maurício Takiguthi, designer gráfica. Graduanda em Letras pela FFLCH-USP. Membro da coordenação da Seção Paulista da Fundação Maurício Grabois.


Publicado em http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=3028&id_coluna=74

segunda-feira, 22 de março de 2010

22 de março: Dia Internacional da Água


Declaração Universal dos Direitos da Água
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos da Água, ela é seiva do nosso planeta e condição essencial da vida na terra. Confira os artigos:
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.