domingo, 4 de outubro de 2009
Eliana ou Ada (http://www.coisasdeada.blogspot.com/): um blog humanista
Há muitas pessoas maravilhosas cuidando de causas de nossos amigos, o blog da Eliana é um deles. Ela é uma protetora e enviou uma matéria bem legal, publicada em Folha OnLine:
USP desenvolve pele artificial para evitar testes com animais
MAURÍCIO KANNO
colaboração para a Folha Online
Um laboratório da USP desenvolveu uma pele artificial que pode substituir testes de cosméticos em animais e ajudar também em sua redução nos testes farmacológicos.
Agora, as pesquisadoras estão em fase de contatos com empresas para viabilizar o financiamento da utilização do modelo desenvolvido, apesar de ele já estar pronto há cerca de um ano.
De acordo com a professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Silvya Stuchi, responsável pela pesquisa, já existem outros modelos de pele artificial sendo utilizados nos Estados Unidos e Europa. No entanto, há dificuldades de transporte e importação, já que é um material vivo e sensível.
Assim, quando há a demanda de não usar animais no Brasil —ou pelo menos usar menos—, o que acaba acontecendo é o envio dos princípios ativos dos cosméticos para testes no exterior. O problema é que a indústria brasileira gasta muito para fazer testes em outros países.
"Desenvolvemos uma estrutura de pele completa, com três elementos", diz Stuchi. "o melanócito, responsável pela pigmentação; o queratinócito, responsável pela proteção; e o fibroblasto, segunda camada", explica ela.
Tendência: sem animais
"A partir deste ano, na Europa, já não há testes em animais para cosméticos, é algo mandatório", afirma a professora Silvia Berlanga, corresponsável pela pesquisa na USP. "É uma tendência mundial."
Para cosméticos como filtro solar e creme antirrugas, a questão fica mais fácil de resolver com a pele artificial e por isso animais já foram totalmente substituídos no continente europeu. Porém, a questão fica mais dificil no que toca à indústria farmacêutica, diz Berlanga. "Os medicamentos podem envolver também ingestão via oral, ou mesmo endovenosa [pelo sangue]", explica ela.
Fármacos envolvem absorção pelo organismo, o que vai além da pele em si. Por isso, neste caso, o que ocorreu foi a redução do uso de animais, já que ao menos certas etapas de testes puderam ser substituídas.
Motivações
O representante da Interniche (International Network for Humane Education) no Brasil, o biólogo e psicólogo Luís Martini, estima que ainda mais de 115 milhões de animais sejam usados por ano no mundo em experimentos e testes.
Uma motivação para a transferência para modelos de laboratório é a própria importância científica de trabalhar com a pele da própria espécie humana, que é específica. "Assim trabalha-se com algo mais fidedigno ao que é real", explica a professora Silvya Stuchi.
Martini esclarece ainda que, devido às diferenças fisiológicas entre as espécies, há "inúmeros casos em que medicamentos que foram desenvolvidos e testados em animais tiveram que ser retirados do mercado por terem causado efeitos adversos severos quando foram utilizados por seres humanos".
Outro motivo é a "ética da experimentação" ao lidar com os animais, como diz Berlanga. "Mesmo que fique mais caro com a pele artificial, é importante reduzir o uso de animais", diz ela.
George Guimarães, presidente do grupo de defesa dos direitos animais Veddas, vai mais além. "Consideramos isso [uso de animais] inaceitável do ponto de vista moral e ético, uma vez que esses animais não escolheram ser usados para servir aos nossos interesses."
O ativista e nutricionista afirma ter levado a Brasília, na época da aprovação da lei Arouca, que regulamentou os experimentos com animais em outubro de 2008, um total de 26 mil assinaturas buscando expor sua visão. Mas diz não ter obtido espaço com os parlamentares, que só recebiam "representantes das instituições científicas".
Martini completa dizendo que "os experimentos em animais causam dor e sofrimento". Assim, "segundo o princípio da igual consideração de interesses semelhantes, deveríamos respeitá-los nos seus direitos básicos que são o direito à vida, à integridade física e à liberdade."
Desenvolvimento
A matéria-prima utilizada para criar a pele é na verdade de doadores humanos mesmo, que fazem cirurgias plásticas --no caso do laboratório da USP, são utilizadas doações do Hospital Universitário. Assim, as células são cultivadas em placa de petri e são formados os tecidos, incluindo a derme e epiderme.
O objetivo original do desenvolvimento da pele, no entanto, que começou há 15 anos, foi para o estudo do melanoma, um tipo grave de câncer de pele.
De lá para cá, a professora Stuchi cita dois marcos importantes. O primeiro foi a parceria com os pesquisadores do Instituto de Pesquisa do Câncer Ludvig, estabelecido no Hospital do Câncer em São Paulo, com quem aprendeu muito o isolamento das células, a partir de 2005.
O segundo marco foi com uma primeira bolsa da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) entre 2007 e 2008, sua temporada como pesquisadora visitante na Universidade de Michigan, EUA. Lá adquiriu diversos tipos de tecidos de pele humana e pôde fazer testes com eles no Brasil, obtendo realmente o conhecimento sobre como fazer a estrutura da pele.
Em 2009, o projeto de pesquisa na USP obteve nova verba da Fapesp, por meio do qual, aprimoramentos no modelo de pele estão sendo realizados.
_______________________________________________________
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u631911.shtml
USP desenvolve pele artificial para evitar testes com animais
MAURÍCIO KANNO
colaboração para a Folha Online
Um laboratório da USP desenvolveu uma pele artificial que pode substituir testes de cosméticos em animais e ajudar também em sua redução nos testes farmacológicos.
Agora, as pesquisadoras estão em fase de contatos com empresas para viabilizar o financiamento da utilização do modelo desenvolvido, apesar de ele já estar pronto há cerca de um ano.
De acordo com a professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Silvya Stuchi, responsável pela pesquisa, já existem outros modelos de pele artificial sendo utilizados nos Estados Unidos e Europa. No entanto, há dificuldades de transporte e importação, já que é um material vivo e sensível.
Assim, quando há a demanda de não usar animais no Brasil —ou pelo menos usar menos—, o que acaba acontecendo é o envio dos princípios ativos dos cosméticos para testes no exterior. O problema é que a indústria brasileira gasta muito para fazer testes em outros países.
"Desenvolvemos uma estrutura de pele completa, com três elementos", diz Stuchi. "o melanócito, responsável pela pigmentação; o queratinócito, responsável pela proteção; e o fibroblasto, segunda camada", explica ela.
Tendência: sem animais
"A partir deste ano, na Europa, já não há testes em animais para cosméticos, é algo mandatório", afirma a professora Silvia Berlanga, corresponsável pela pesquisa na USP. "É uma tendência mundial."
Para cosméticos como filtro solar e creme antirrugas, a questão fica mais fácil de resolver com a pele artificial e por isso animais já foram totalmente substituídos no continente europeu. Porém, a questão fica mais dificil no que toca à indústria farmacêutica, diz Berlanga. "Os medicamentos podem envolver também ingestão via oral, ou mesmo endovenosa [pelo sangue]", explica ela.
Fármacos envolvem absorção pelo organismo, o que vai além da pele em si. Por isso, neste caso, o que ocorreu foi a redução do uso de animais, já que ao menos certas etapas de testes puderam ser substituídas.
Motivações
O representante da Interniche (International Network for Humane Education) no Brasil, o biólogo e psicólogo Luís Martini, estima que ainda mais de 115 milhões de animais sejam usados por ano no mundo em experimentos e testes.
Uma motivação para a transferência para modelos de laboratório é a própria importância científica de trabalhar com a pele da própria espécie humana, que é específica. "Assim trabalha-se com algo mais fidedigno ao que é real", explica a professora Silvya Stuchi.
Martini esclarece ainda que, devido às diferenças fisiológicas entre as espécies, há "inúmeros casos em que medicamentos que foram desenvolvidos e testados em animais tiveram que ser retirados do mercado por terem causado efeitos adversos severos quando foram utilizados por seres humanos".
Outro motivo é a "ética da experimentação" ao lidar com os animais, como diz Berlanga. "Mesmo que fique mais caro com a pele artificial, é importante reduzir o uso de animais", diz ela.
George Guimarães, presidente do grupo de defesa dos direitos animais Veddas, vai mais além. "Consideramos isso [uso de animais] inaceitável do ponto de vista moral e ético, uma vez que esses animais não escolheram ser usados para servir aos nossos interesses."
O ativista e nutricionista afirma ter levado a Brasília, na época da aprovação da lei Arouca, que regulamentou os experimentos com animais em outubro de 2008, um total de 26 mil assinaturas buscando expor sua visão. Mas diz não ter obtido espaço com os parlamentares, que só recebiam "representantes das instituições científicas".
Martini completa dizendo que "os experimentos em animais causam dor e sofrimento". Assim, "segundo o princípio da igual consideração de interesses semelhantes, deveríamos respeitá-los nos seus direitos básicos que são o direito à vida, à integridade física e à liberdade."
Desenvolvimento
A matéria-prima utilizada para criar a pele é na verdade de doadores humanos mesmo, que fazem cirurgias plásticas --no caso do laboratório da USP, são utilizadas doações do Hospital Universitário. Assim, as células são cultivadas em placa de petri e são formados os tecidos, incluindo a derme e epiderme.
O objetivo original do desenvolvimento da pele, no entanto, que começou há 15 anos, foi para o estudo do melanoma, um tipo grave de câncer de pele.
De lá para cá, a professora Stuchi cita dois marcos importantes. O primeiro foi a parceria com os pesquisadores do Instituto de Pesquisa do Câncer Ludvig, estabelecido no Hospital do Câncer em São Paulo, com quem aprendeu muito o isolamento das células, a partir de 2005.
O segundo marco foi com uma primeira bolsa da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) entre 2007 e 2008, sua temporada como pesquisadora visitante na Universidade de Michigan, EUA. Lá adquiriu diversos tipos de tecidos de pele humana e pôde fazer testes com eles no Brasil, obtendo realmente o conhecimento sobre como fazer a estrutura da pele.
Em 2009, o projeto de pesquisa na USP obteve nova verba da Fapesp, por meio do qual, aprimoramentos no modelo de pele estão sendo realizados.
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http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u631911.shtml
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Segunda-feira sem carne
Na Bélgica foi lançado o “dia sem carne”. O ex-Beatle Paul McCartney convocou a “segunda-feira sem carne” e a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) acompanhou a tendência internacional.
Dias 3 e 4 de outubro, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo-SP, a campanha será lançada.
Programação:
DESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO DA CAMPANHA
Sábado (3 de outubro)
10h30: Aula de ioga com a professora Ana Cristina Ferreira, da escola Prema Yoga;
12h: Lançamento oficial da “Segunda sem Carne”, com passeio por exposição interativa que traz receitas culinárias, desenhos e informações sobre o consumo de carne;
12h, 14h e 16h: Oficinas para crianças sobre alimentação;
13h: Projeção do documentário “Home”, dirigido pelo fotógrafo Yann Arthus-Bertrand e
produzido pelo cineasta Luc Besson. Mostra imagens aéreas da terra com um discurso sobre mudanças climáticas;
13h às 18h: Demonstrações culinárias de chefs. É preciso retirar o ingresso com meia hora de antecedência;
16h10: Palestra “Alimentação e meio ambiente – Os impactos da pesca predatória, pecuária na Amazônia e introdução dos transgênicos na agropecuária”, com Rafael Cruz, do Greenpeace
16h40: Exibição do filme “A carne é fraca”, do Instituto Nina Rosa. Trata do impacto do consumo de carne para a saúde e para a natureza. Há ainda um debate com a ativista Nina Rosa.
Domingo (4 de outubro)
10h30: Ioga com o professor Orlando Alves, do Instituto Superior de Estudos do Shaivismo;
12h, 14h e 16h: Oficinas para crianças sobre alimentação
12h: Exibição do filme “Nação fast food”, adaptação do livro de Eric Schlosser. Aborda os males causados pela indústria do fast food;
13h às 18h: Demonstrações culinárias de chefs. É preciso retirar o ingresso com meia hora de antecedência;
13h20: Palestra com a socióloga Marly Winckler, presidente da
Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB);
14h50: Projeção do filme “Meat the Truth”, sobre como a pecuária contribuiu para o aquecimento global;
15h: Palestra com Ana Ceregatti, nutricionista e integrante da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB);
15h30: Exibição do longa-metragem “Como salvar o mundo”, que conta a história de um octogenário apaixonado por agricultura;
17h50: “Alimentação saudável – Maravilhoso mundo de sabores, cores e diversidade”, palestra com a chef Tatiana Cardoso, do restaurante vegetariano Moinho de Pedra.
Dias 3 e 4 de outubro, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo-SP, a campanha será lançada.
Programação:
DESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO DA CAMPANHA
Sábado (3 de outubro)
10h30: Aula de ioga com a professora Ana Cristina Ferreira, da escola Prema Yoga;
12h: Lançamento oficial da “Segunda sem Carne”, com passeio por exposição interativa que traz receitas culinárias, desenhos e informações sobre o consumo de carne;
12h, 14h e 16h: Oficinas para crianças sobre alimentação;
13h: Projeção do documentário “Home”, dirigido pelo fotógrafo Yann Arthus-Bertrand e
produzido pelo cineasta Luc Besson. Mostra imagens aéreas da terra com um discurso sobre mudanças climáticas;
13h às 18h: Demonstrações culinárias de chefs. É preciso retirar o ingresso com meia hora de antecedência;
16h10: Palestra “Alimentação e meio ambiente – Os impactos da pesca predatória, pecuária na Amazônia e introdução dos transgênicos na agropecuária”, com Rafael Cruz, do Greenpeace
16h40: Exibição do filme “A carne é fraca”, do Instituto Nina Rosa. Trata do impacto do consumo de carne para a saúde e para a natureza. Há ainda um debate com a ativista Nina Rosa.
Domingo (4 de outubro)
10h30: Ioga com o professor Orlando Alves, do Instituto Superior de Estudos do Shaivismo;
12h, 14h e 16h: Oficinas para crianças sobre alimentação
12h: Exibição do filme “Nação fast food”, adaptação do livro de Eric Schlosser. Aborda os males causados pela indústria do fast food;
13h às 18h: Demonstrações culinárias de chefs. É preciso retirar o ingresso com meia hora de antecedência;
13h20: Palestra com a socióloga Marly Winckler, presidente da
Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB);
14h50: Projeção do filme “Meat the Truth”, sobre como a pecuária contribuiu para o aquecimento global;
15h: Palestra com Ana Ceregatti, nutricionista e integrante da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB);
15h30: Exibição do longa-metragem “Como salvar o mundo”, que conta a história de um octogenário apaixonado por agricultura;
17h50: “Alimentação saudável – Maravilhoso mundo de sabores, cores e diversidade”, palestra com a chef Tatiana Cardoso, do restaurante vegetariano Moinho de Pedra.
domingo, 27 de setembro de 2009
Hippies? Livrem-nos de vocês, seus FDPs
Na internet correm diversos abaixo-assinados sobre a matança de baleias na Dinamarca. Alguns insistem que são golfinhos. Realmente, matança é matança.
Os assassinos não estão incomodados com as espécies. Assassinos são assassinos natos. E pronto. Alguns dizem e insistem na tese que “animais” não-humanos “não têm memória, sentimentos”... Pobres humanos!
O abaixo-assinado contra os assassinatos na Dinamarca estão em: (http://www.petitiononline.com/Dolphend/petition.html)
Agora, caminhar em praias do Brasil ou na cidade de São Paulo e ver penas de pássaros em formato de brincos também são motivos de protestos. Não comprar destes falsários é um bom caminho.
São jovens que vendem brincos com penas de araras, papagaios, maritacas.... Caso alguém pergunte o motivo: os hippies não matam; colhemos de pássaros de estradas; vendemos para matar a fome; e não matamos (quais hippies, imbecis? Hippies não existem mais e vocês não passam de assassinos).
Mentira! Além de não existirem mais, os hippies eram vegetarianos em sua maioria e nunca e em tempo algum colocariam “adereços ou venderiam” qualquer “mercadoria” advinda de animais.
Parem com esta farsa. Não passam de assassinos baratos, vazios e sem nenhum causa. São apenas hipócritas.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Cangurus ou slings: bebês junto ao corpo
Caminhada Nacional de Incentivo ao Sling
Data: 26/9/09, às 16h
Endereço: Rua Senador Souza Naves, 2.380 Londrina-PR
O sling é usado para transportar o bebê junto ao corpo, sustentado através de uma faixa, muito comum em diversas culturas.
O sling permite a conexão mamãe-bebê, o que favorece o desenvolvimento emocional do bebê, além de facilitar a vida da mãe em suas tarefas diárias.
Esse meio de carregar seu bebê estabelece uma excelente comunicação com a criança desde o início da vida, sendo um meio mais relaxado para vivenciar a relação pai/mãe/bebê. Mãe/pai calmo é bebê calmo também. É um bebê menos incomodado, que chora menos, que tem menos cólica, que dorme melhor à noite...
Ao “vestir” sua criança você estará compartilhando seu calor, o ritmo de sua respiração, o som de sua voz, o cheiro. Isso significa que você estará mais receptiva às necessidades dessa criança, estabelecendo uma melhor comunicação com ela.
Ao transportá-la dessa maneira, e mais ainda na posição vertical, você estará prevenindo a regurgitação e reduzindo a formação das cólicas, favorecendo a digestão.
O sling também é vantajoso quando a criança começa sentar, pois permite o novo movimento, matendo as perninhas juntas, não forçando a se manter abertas, numa fase em que as articulações do quadril ainda estão se formando.
O sling acomoda adequadamente o peso da criança pelos ombros e costas. Permitindo que os pais “slinguem” seus bebês por mais tempo sem se cansar.
O sling permite que os bebês tenham a mesma visão que o adulto, no mesmo nível de altura, nas atividades desenvolvidas. Isso os deixa mais seguros e permite que eles observem de uma forma harmônica tudo e todos. Bebês “slingados” são muito sociais e calmos.
Informações sobre os eventos: http://babywearingbrasil.org/
Data: 26/9/09, às 16h
Endereço: Rua Senador Souza Naves, 2.380 Londrina-PR
O sling é usado para transportar o bebê junto ao corpo, sustentado através de uma faixa, muito comum em diversas culturas.
O sling permite a conexão mamãe-bebê, o que favorece o desenvolvimento emocional do bebê, além de facilitar a vida da mãe em suas tarefas diárias.
Esse meio de carregar seu bebê estabelece uma excelente comunicação com a criança desde o início da vida, sendo um meio mais relaxado para vivenciar a relação pai/mãe/bebê. Mãe/pai calmo é bebê calmo também. É um bebê menos incomodado, que chora menos, que tem menos cólica, que dorme melhor à noite...
Ao “vestir” sua criança você estará compartilhando seu calor, o ritmo de sua respiração, o som de sua voz, o cheiro. Isso significa que você estará mais receptiva às necessidades dessa criança, estabelecendo uma melhor comunicação com ela.
Ao transportá-la dessa maneira, e mais ainda na posição vertical, você estará prevenindo a regurgitação e reduzindo a formação das cólicas, favorecendo a digestão.
O sling também é vantajoso quando a criança começa sentar, pois permite o novo movimento, matendo as perninhas juntas, não forçando a se manter abertas, numa fase em que as articulações do quadril ainda estão se formando.
O sling acomoda adequadamente o peso da criança pelos ombros e costas. Permitindo que os pais “slinguem” seus bebês por mais tempo sem se cansar.
O sling permite que os bebês tenham a mesma visão que o adulto, no mesmo nível de altura, nas atividades desenvolvidas. Isso os deixa mais seguros e permite que eles observem de uma forma harmônica tudo e todos. Bebês “slingados” são muito sociais e calmos.
Informações sobre os eventos: http://babywearingbrasil.org/
sábado, 19 de setembro de 2009
AMARANTO

Texto indicado por Luiz Otávio, chef pâtissier e sócio-proprietário do Le Macaron Café
Fonte de minerais – rico em fibras e proteínas – contém aminoácidos essenciais
Um alimento completo
A novidade em grãos saudáveis é o amaranto, uma semente pertencente à família Amaranthaceae, originário da região dos Andes. Cultivado na antiguidade por maias, astecas e incas, atualmente foi reconhecido nutricionalmente por sua composição protéica e por seus aminoácidos singulares pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
Poucos alimentos de origem vegetal contêm proteínas completas em sua composição de aminoácidos e por este perfil nutricional o amaranto – assim como a quinoa – foi selecionado pela NASA para fazer parte da alimentação da tripulação em missões espaciais. Possui 27% das necessidades diárias de proteínas em 100g de flocos, porém sua importância reside não apenas na quantidade, mas na qualidade protéica e no excelente balanço de aminoácidos, essenciais em uma dieta equilibrada para pessoas de todas as idades.
O amaranto em flocos é o grão integral laminado, rico em fibras e minerais como ferro, magnésio, fósforo, zinco, manganês e selênio. Também é fonte de vitaminas e cálcio, com 15% da ingestão diária recomendada pelo Ministério da Saúde em 100g de produto.
Esse grão tem como característica a ausência de glúten, o que o torna uma opção saudável para pessoas que não querem ou possuem intolerância a esta proteína (celíacos).
É muito nutritivo e de fácil preparo. Os flocos estão prontos para serem consumidos e podem ser adicionados no café da manhã, acompanhando frutas, cereais e iogurtes. Seu uso é adequado para o consumo diário também na forma de sopas, mingaus ou batido como shakes e sucos.
SUCO DE LARANJA E MAÇÃ COM AMARANTO
Ingredientes:
1 copo de suco de laranja
¼ de maçã verde orgânica com casca
1 colher (sopa) de Amaranto Orgânico em flocos
Adoce a gosto e adicione gelo a vontade.
Modo de preparo: bata no liquidificador por 2 minutos e sirva. Dica: se preferir utilize 2 fatias de manga substituindo as maçãs.
Le Macaron Café
Av. Leomil, 729 - Centro - Guarujá/SP - (13) 3326 6711
Luiz Otávio / Iolanda
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Declaração Universal dos Direitos dos Animais
1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimescontra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.
Preâmbulo:
Considerando que todo o animal possui direitos;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;
Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;
Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;
Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;
Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,
Proclama-se o seguinte
Artigo 1º
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Artigo 2º
1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais
3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.
Artigo 3º
1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
Artigo 4º
1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.
Artigo 5º
1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.
Artigo 6º
1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.
2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Artigo 7º
Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
Artigo 8º
1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.
Artigo 9º
Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
Artigo 10º
1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.
2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Artigo 11º
Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
Artigo 12º
1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
Artigo 13º
1.O animal morto deve de ser tratado com respeito.
2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.
Artigo 14º
1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.
Proclamada em assembléia, pela UNESCO, em Bruxelas, no dia 27 de janeiro de 1978
SONETO DO GATO MORTO
Um gato vivo é qualquer coisa linda
Nada existe com mais serenidade
Mesmo parado ele caminha ainda
As selvas sinuosas da saudade
De ter sido feroz. À sua vinda
Altas correntes de eletricidade
Rompem do ar as lâminas em cinza
Numa silenciosa tempestade.
Por isso ele está sempre a rir de cada
Um de nós, e ao morrer perde o veludo
Fica torpe, ao avesso, opaco, torto
Acaba, é o antigato; porque nada
Nada parece mais com o fim de tudo
Que um gato morto.
De: MORAES, Vinícius de. Nova antologia poética. Org. por Antonio Cicero e Eucanaã Ferraz. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2008.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Ecológico até na hora da morte
Centenas ou milhares de produtos desenvolvidos com papel, garrafa, entre outros reciclados, estão à disposição no mercado. Bolsas, sapatos, roupas, cadernos – encontramos quase tudo do que precisamos e até coisinhas, aparentemente, inúteis.
Levar uma sacola para o mercado ou feira virou sinônimo de bom-senso; é possível construir uma casa utilizando reciclados.
Mas caso queira fazer uma reforma ecológica, não deixe de escrever para este blog. Vou sugerir o local onde você NÃO deve procurar.
Caixão feito com papel reciclado
É fúnebre mesmo! A empresa fica no Reino Unido. “Projeto revolucionário e bonito, os caixões reúnem habilidades artesanais com estilo, elegância e respeito ao meio ambiente”. O Ecopod é adequado para cremação ou sepultamento em zonas arborizadas ou cemitérios tradicionais, e biodegrada naturalmente ao longo do tempo quando é enterrado no chão”. Eles são feitos com papel reciclado.
http://www.ecopod.co.uk/
Levar uma sacola para o mercado ou feira virou sinônimo de bom-senso; é possível construir uma casa utilizando reciclados.
Mas caso queira fazer uma reforma ecológica, não deixe de escrever para este blog. Vou sugerir o local onde você NÃO deve procurar.
Caixão feito com papel reciclado

É fúnebre mesmo! A empresa fica no Reino Unido. “Projeto revolucionário e bonito, os caixões reúnem habilidades artesanais com estilo, elegância e respeito ao meio ambiente”. O Ecopod é adequado para cremação ou sepultamento em zonas arborizadas ou cemitérios tradicionais, e biodegrada naturalmente ao longo do tempo quando é enterrado no chão”. Eles são feitos com papel reciclado.
http://www.ecopod.co.uk/
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Vaquejada: data “comemorativa” da crueldade
13/12 - Dia Nacional da Vaquejada - PL 2655/07, da ex-deputada Jusmari Oliveira(entre outras datas)
“A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou, nas duas últimas semanas, 60 projetos de lei que instituem novas datas comemorativas no calendário oficial brasileiro. As propostas são de autoria da Câmara e do Senado, e tramitam em caráter conclusivo” (http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=139293)
Leia matérias sobre esta prática cruel em: http://conscienciaefervescente.blogspot.com/
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Guarujá: praias lindas e o melhor café da baixada

Pitangueiras, uma das praias do Guarujá, é lindíssima e com águas cristalinas. Óbvio que é nesta época do ano. A prefeita poderia pedir para distribuir panfletos de educação ambiental em temporadas.
É lamentável como os não-nativos sujam as praias com plásticos, latas, entre outras nojeiras; além dos vândalos com maus-gostos musicais e businas lamentáveis. No Guarujá poderia ter uma placa: cidade ecológica ou santuário ecológico.
Pitangueiras é a praia central e oferece um pouco de tudo, mas alguns lugares são meio imbatíveis: o Barril, no final da rua Rio de Janeiro é a melhor pizza, a melhor caipirósca e o melhor chope. A decoração é deslumbrante. Gostaria de acreditar que a Denise e o Ricardo vão dar um jeitinho, bem brasileiro, de fechar os vidros da entrada principal e deixar os fumantes à vontade. É só utilizar a entrada lateral para os não-fumantes.
O “pai” da lei que proíbe fumar cigarro, quando foi ministro da “saúde”, matou muitas pessoas de dengue no Rio de Janeiro. Aos assassinos e nazi-fascistas cabe ao povo e à história enterrarem.
Vamos voltar à vida:
- Le Macaron Patisseria e Cafeteria Ltda
Av. Leomil, 729 - Centro - Guarujá/SP - (13) 3326 6711
Luiz Otávio / Iolanda
http://www.lemacaron.com.br/index2.html
O Luiz é a gentileza em pessoa e tem um sorriso imbatível – é o “chéf” – faz doces e salgados maravilhosos.
A Iolanda é ótima: atenciosa, generosa e tira um café maravilhoso.
Clima gostoso e tudo de bom. Sou apaixonada por um bom café e, no Le Macaron, com certeza, é o melhor da baixada santista.
O Luiz enviou esta receita exclusiva para o blog. Espero que gostem.
Biscoito de Café
Ingredientes
• 200g de margarina sem sal picada em temperatura ambiente
• 01 xícara de açúcar de confeiteiro
• 03 colheres (sopa) de café solúvel
• 02 xícaras (chá) de farinha de trigo
• 01 colher (chá) de essência de baunilha
• 01 colher (sopa) de água
• 01 pitada de sal
Modo de preparar:
Na tigela grande da batedeira coloque a margarina, o açúcar e o sal. Bata bem e coloque a baunilha. Vá acrescentando a farinha e o pó de café solúvel peneirados, aos poucos, sem parar de bater, a ter obter uma mistura homogênea e firme. Com o auxílio de uma colher de café, faça bolinhas e as distribua em assadeira, sem untar. Asse em forno pré-aquecido (150ºC), por aproximadamente 15 a 20 minutos. Desenforme os biscoitos e deixe esfriar.
Cobertura
Derreta 200g de chocolate branco picado em banho-maria, coloque num saco de confeitar e decore os biscoitos.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Fonte para economizar tinta de impressora
Todos os dias gastamos muitos papéis fazendo os nossos impressos. Além disso, gastamos também muita tinta e, segundo a SPRANQ agência de comunicação (Utrecht, Holanda), parcialmente sem necessidade. Por isso, a SPRANQ criou uma fonte nova: a Ecofont.
Uma idéia boa é sempre fácil: olhando a forma de uma letra, em quanto podemos reduzí-la sem que fique ilegível? Uma pesquisa testou vários formatos e teve o seguinte resultado: tirar círculos pequenos. Assim foi possível criar uma fonte que economiza 20% em tinta. A Ecofont pode ser baixada e usada gratuitamente.
http://www.ecofont.eu/baixar_pt.html
Divulgação: http://www.institutoninarosa.org.br/
Uma idéia boa é sempre fácil: olhando a forma de uma letra, em quanto podemos reduzí-la sem que fique ilegível? Uma pesquisa testou vários formatos e teve o seguinte resultado: tirar círculos pequenos. Assim foi possível criar uma fonte que economiza 20% em tinta. A Ecofont pode ser baixada e usada gratuitamente.
http://www.ecofont.eu/baixar_pt.html
Divulgação: http://www.institutoninarosa.org.br/
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Falsos hippies e penas que já não podem voar
Particularmente acho que os pássaros representam o máximo da liberdade: caminham por terra e areias – alguns não caminham, pulam; outros mergulham e sabe-se lá o que fazem; outros nadam ou deslizam sobre as águas; outros viajam além mar; poucos não possuem grandes vôos, mas voam.
Este voar dos pássaros, maneiras de cantar, assoviar e falar são “fetiches” para os medíocres – aprisionam o símbolo da liberdade.
Colocaram a liberdade na gaiola e alguns artesãos proclamando falta de comida no planeta, também passaram a vender brincos com suas penas; o carnaval no Brasil é um verdadeiro massacre de fantasias com estes “adereços”.
Como na “época da maldade acho que a gente” já “tinha nascido” (o Chico Buarque é o máximo) é preciso abrir as gaiolas e dar vida para aqueles que sabem voar. Nós, os animais humanos, precisamos apre(e)nder com os pássaros.
E, por falar em liberdade, segue uma matéria que adorei:
Woodstock e o triunfo do indivíduo
Carlos Pompe*
Foi há 40 anos. De 15 a 17 de agosto de 1969 ocorreu o Festival de Woodstock. Um encontro de rock and roll movido a muitas drogas, que se transformou num ato em defesa do amor livre, da paz e contra o alistamento militar obrigatório que obrigava jovens estadunidenses a lutarem no Vietnã.
Numa fazenda despreparada para a grandiosidade que o encontro alcançou, 31 atrações musicais foram apresentadas, incluindo o guitarrista Jimi Hendrix e as cantoras Janis Joplin e Joan Baez – esta, grávida de seis meses e com o pai da criança preso, por ter se recusado a ir matar vietnamitas na Ásia.
Woodstock foi um projeto comercial que fugiu totalmente do controle de seus idealizadores, Michael Lang, John P. Roberts, Joel Rosenman e Artie Kornfeld. Planejavam um espetáculo ao ar livre, sem nenhum outro intuito que o retorno financeiro, e que atrairia umas 200 mil pessoas.
Foram surpreendidos por mais de 500 mil jovens que derrubaram as cercas da fazenda,tornaram o show gratuito e forçaram a que o governo improvisasse uma enorme infraestrutura para garantir-lhes alimentação e atendimento médico e sanitário. Prudentemente, as autoridades liberaram as drogas. Surrealmente, a comunidade conservadora de proprietários agrícolas woodstockiana ficou feliz em constatar que a garotada era boa gente e – pasmada – que não foram registrados furtos ou violências durante os “três dias de paz e amor”, como ficaram conhecidos quando lançados os discos e o filme (hoje CDs e DVD) que documentam o episódio.
As únicas fatalidades foram uma morte devido a uma provável overdose de heroína e outra decorrente de um atropelamento por trator, além de quatro abortos. Por outro lado, dois nascimentos ocorreram, um dentro de um carro no congestionamento e outro em um helicóptero.
Canções e discursos falaram contra a guerra do Vietnã. Artistas ainda desconhecidos do grande público mundial conquistaram renome e até hoje estão presentes no cancioneiro popular, como Carlos Santana e Joe Cocker – que com sua interpretação deu novo sentido e roupagem completamente nova para With a Little Help from My Friends (Com uma pequena ajuda de meus amigos), de Lennon e McCartney. O beatle George Harrison estava lá, mas não se apresentou.
A interpretação de Jimi Hendrix da Star Spangled Banner, o hino nacional norte-americano, simulando tiros de metralhadora e bombas caindo, tornou-se marco do rock instrumental. Joplin apresentou sua versão imortal de Summertime. No ano seguinte, ambos com 27 anos, morreriam (ele, em setembro; ela, em outubro) em virtude do abuso de drogas. Ou, como conta o historiador Eric Hobsbawn, “caíram vítimas de um estilo de vida fadado à morte precoce”.
Os três dias de música, drogas e defesa da paz se tornaram símbolo da época. Organizadores e público não tinham objetivos políticos claros e definidos – alguns artistas, sim; a maioria dos que se apresentaram, não. Mas o sentimento pacifista se fez presente e se fez marca do evento. Não se tratava de uma contestação ao modo de vida americano, mas um desejo de que esse modo de vida fosse possível sem guerras de conquista, sem agressão aos outros povos, sem corrida armamentista. A liberdade e liberalidade sexual assumiam a forma de protesto contra o Estado, a família, o convencionalismo. “Quando penso em revolução, quero fazer amor” era uma das palavras de ordem daqueles jovens. Como observou Hobsbawn, o anarquismo de Bakunin ou Kropotkin correspondiam muito mais de perto às idéias da maioria daqueles rebeldes, com sua pregação espontânea, não organizada, antiautoritária e libertária. Não havia um projeto solidário ou social, mas o triunfo do indivíduo – de milhões de indivíduos – sobre a sociedade.
Muitos daqueles jovens embarcaram e fizeram o movimento hippie. Como afirmou outro beatle, Ringo Starr, já no final do século passado, “alguns hippies ainda estão por aí, mas aquilo acabou”.
http://vermelho.org.br/vermelho.htm
Veja: The Star-Spangled Banner - Jimi Hendrix (High Quality)
Este voar dos pássaros, maneiras de cantar, assoviar e falar são “fetiches” para os medíocres – aprisionam o símbolo da liberdade.
Colocaram a liberdade na gaiola e alguns artesãos proclamando falta de comida no planeta, também passaram a vender brincos com suas penas; o carnaval no Brasil é um verdadeiro massacre de fantasias com estes “adereços”.
Como na “época da maldade acho que a gente” já “tinha nascido” (o Chico Buarque é o máximo) é preciso abrir as gaiolas e dar vida para aqueles que sabem voar. Nós, os animais humanos, precisamos apre(e)nder com os pássaros.
E, por falar em liberdade, segue uma matéria que adorei:
Woodstock e o triunfo do indivíduo
Carlos Pompe*
Foi há 40 anos. De 15 a 17 de agosto de 1969 ocorreu o Festival de Woodstock. Um encontro de rock and roll movido a muitas drogas, que se transformou num ato em defesa do amor livre, da paz e contra o alistamento militar obrigatório que obrigava jovens estadunidenses a lutarem no Vietnã.
Numa fazenda despreparada para a grandiosidade que o encontro alcançou, 31 atrações musicais foram apresentadas, incluindo o guitarrista Jimi Hendrix e as cantoras Janis Joplin e Joan Baez – esta, grávida de seis meses e com o pai da criança preso, por ter se recusado a ir matar vietnamitas na Ásia.
Woodstock foi um projeto comercial que fugiu totalmente do controle de seus idealizadores, Michael Lang, John P. Roberts, Joel Rosenman e Artie Kornfeld. Planejavam um espetáculo ao ar livre, sem nenhum outro intuito que o retorno financeiro, e que atrairia umas 200 mil pessoas.
Foram surpreendidos por mais de 500 mil jovens que derrubaram as cercas da fazenda,tornaram o show gratuito e forçaram a que o governo improvisasse uma enorme infraestrutura para garantir-lhes alimentação e atendimento médico e sanitário. Prudentemente, as autoridades liberaram as drogas. Surrealmente, a comunidade conservadora de proprietários agrícolas woodstockiana ficou feliz em constatar que a garotada era boa gente e – pasmada – que não foram registrados furtos ou violências durante os “três dias de paz e amor”, como ficaram conhecidos quando lançados os discos e o filme (hoje CDs e DVD) que documentam o episódio.
As únicas fatalidades foram uma morte devido a uma provável overdose de heroína e outra decorrente de um atropelamento por trator, além de quatro abortos. Por outro lado, dois nascimentos ocorreram, um dentro de um carro no congestionamento e outro em um helicóptero.
Canções e discursos falaram contra a guerra do Vietnã. Artistas ainda desconhecidos do grande público mundial conquistaram renome e até hoje estão presentes no cancioneiro popular, como Carlos Santana e Joe Cocker – que com sua interpretação deu novo sentido e roupagem completamente nova para With a Little Help from My Friends (Com uma pequena ajuda de meus amigos), de Lennon e McCartney. O beatle George Harrison estava lá, mas não se apresentou.
A interpretação de Jimi Hendrix da Star Spangled Banner, o hino nacional norte-americano, simulando tiros de metralhadora e bombas caindo, tornou-se marco do rock instrumental. Joplin apresentou sua versão imortal de Summertime. No ano seguinte, ambos com 27 anos, morreriam (ele, em setembro; ela, em outubro) em virtude do abuso de drogas. Ou, como conta o historiador Eric Hobsbawn, “caíram vítimas de um estilo de vida fadado à morte precoce”.
Os três dias de música, drogas e defesa da paz se tornaram símbolo da época. Organizadores e público não tinham objetivos políticos claros e definidos – alguns artistas, sim; a maioria dos que se apresentaram, não. Mas o sentimento pacifista se fez presente e se fez marca do evento. Não se tratava de uma contestação ao modo de vida americano, mas um desejo de que esse modo de vida fosse possível sem guerras de conquista, sem agressão aos outros povos, sem corrida armamentista. A liberdade e liberalidade sexual assumiam a forma de protesto contra o Estado, a família, o convencionalismo. “Quando penso em revolução, quero fazer amor” era uma das palavras de ordem daqueles jovens. Como observou Hobsbawn, o anarquismo de Bakunin ou Kropotkin correspondiam muito mais de perto às idéias da maioria daqueles rebeldes, com sua pregação espontânea, não organizada, antiautoritária e libertária. Não havia um projeto solidário ou social, mas o triunfo do indivíduo – de milhões de indivíduos – sobre a sociedade.
Muitos daqueles jovens embarcaram e fizeram o movimento hippie. Como afirmou outro beatle, Ringo Starr, já no final do século passado, “alguns hippies ainda estão por aí, mas aquilo acabou”.
http://vermelho.org.br/vermelho.htm
Veja: The Star-Spangled Banner - Jimi Hendrix (High Quality)
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Globo: tudo por dinheiro
O gesto, além de promover a crueldade em rede nacional, feriu o Art. 32 da Lei dos Crimes Ambientais (N° 9.605/1998) que proíbe o abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos – uma lei que sofre do mesmo mal que muitas outras: a impunidade!
Leia a matéria em: http://vista-se.com.br/site/
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
COPAÍBA – BÁLSAMO DA VIDA
Uso sustentável
Seu uso tão difundido o torna o remédio mais usado e conhecido por indígenas e ribeirinhos da região amazônica. Utilizado como diurético, laxativo, antitetânico, antirreumático, antisséptico do aparelho urinário, anti-inflamatório, antitussígeno (contra a tosse), cicatrizante e remédio para o combate ao câncer.
Teste feito com pacientes do Instituto Nacional do Câncer (Inca)
O departamento de Produtos Naturais começou o trabalho com plantas medicinais por três anos até que em 1998 os pesquisadores chegaram a um creme vaginal à base de óleo de copaíba. Na Amazônia, é comum usar o óleo como cicatrizante e para herpes labial, o que chamou a atenção dos cientistas da Fiocruz: o vírus assemelha-se ao HPV. Leia mais em: http://www.redetec.org.br/inventabrasil/copaiba.htm
A Germinar revende o sabonete e o óleo de copaíba (100% vegetal): http://www.lojagerminar.com.br
Seu uso tão difundido o torna o remédio mais usado e conhecido por indígenas e ribeirinhos da região amazônica. Utilizado como diurético, laxativo, antitetânico, antirreumático, antisséptico do aparelho urinário, anti-inflamatório, antitussígeno (contra a tosse), cicatrizante e remédio para o combate ao câncer.
Teste feito com pacientes do Instituto Nacional do Câncer (Inca)
O departamento de Produtos Naturais começou o trabalho com plantas medicinais por três anos até que em 1998 os pesquisadores chegaram a um creme vaginal à base de óleo de copaíba. Na Amazônia, é comum usar o óleo como cicatrizante e para herpes labial, o que chamou a atenção dos cientistas da Fiocruz: o vírus assemelha-se ao HPV. Leia mais em: http://www.redetec.org.br/inventabrasil/copaiba.htm
A Germinar revende o sabonete e o óleo de copaíba (100% vegetal): http://www.lojagerminar.com.br
segunda-feira, 27 de julho de 2009
COMIDA VIVA E SEUS EFEITOS
Prato do dia: verduras, legumes, frutas e sementes germinadas. É a comida viva!
"Eu tomava remédio para pressão e não tomo mais. Emagreci dez quilos com uma alimentação natural que qualquer um pode fazer em casa", conta o aposentado Orlando Asse dos Santos.
Não é milagre. É o resultado da orientação médica, que seu Orlando recebeu em um posto de saúde de Campos do Jordão, em São Paulo. Tudo de graça, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Foi com o médico Alberto Gonzalez, pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que ele e muitos outros pacientes começaram a aprender que comida é remédio.
"Há influências bastante claras na obesidade, na constipação, na inflamação crônica, na dislipidemia – que é o desequilíbrio do colesterol –, nas doenças gastrointestinais e respiratórias e no diabetes", aponta Alberto Gonzalez.
Mas, afinal, o que é comida viva? A receita é simples: nada pode ser cozido, frito ou assado. Os alimentos são de origem vegetal. E para começar bem o dia, um suco poderoso.
Se uma pessoa que não tem uma doença diagnosticada nem se sente mal resolver experimentar esse alimento vivo, que resultados vai sentir?
"É muito importante que eu, me apresentando como médico, diga que alimento vivo é bom para quem está doente, mas o alimento vivo é uma alimentação para quem está sadio e quer se manter sadio", esclarece Alberto Gonzalez.
Decidi experimentar. Em dez dias, que resultados eu veria?
"Em dez dias, vai haver uma grande liberação de água do seu corpo. Muita água retida vai ser eliminada. Você também vai notar mudanças no âmbito da digestão e da disposição, principalmente após as refeições, Você vai se sentir muito bem disposto", adiantou Alberto Gonzalez.
Doutor Alberto troca o jaleco pelo avental. Hora de arregaçar as mangas e mostrar como se prepara o suco. "O grande equipamento é um liquidificador. Depois de tudo lavado, você começa a fazer o suco. Primeiro, picota o pepino. O pepino vai para perto da hélice, porque ele é um grande gerador de água. Aí vem a maçã. Vamos extrair a água do pepino, da maçã e das verduras orgânicas disponíveis com uma cenoura. E, finalmente, as sementes de girassol germinadas. Você pode usar só trigo, girassol, quinoa, gergelim, amêndoa. O ideal é a semente germinada”, ensina Alberto Gonzalez.
Este é o grande segredo da comida viva: grãos germinados. E se você já está se perguntando como vai fazer para conseguir essas sementes, não se preocupe.
"Em seguida, coamos. Fica uma massa consistente. É um coador de voal, que qualquer um pode ter. As pessoas com mais recursos usam uma centrífuga. É o café da manhã. É bom que seja um copo grande. Tem pão, manteiga, café e leite, só que em forma natural, viva e repleta de nutrientes vivos", ressalta Alberto Gonzalez.
Não é um suco ralinho, parece um leite ou algo muito cremoso. É em um casarão que doutor Alberto Gonzalez ensina receitas de alimentos vivos. Alguns pacientes são encaminhados para o local e aprendem que, além do suco, podem fazer pratos coloridos e saudáveis, como a caldeirada de frutos do mato.
Legumes ralados, picadinhos. Basta prensar os alimentos, uma técnica feita com as mãos, para controlar a temperatura da panela. Afinal, nos chamados alimentos vivos, legumes e verduras não podem ser cozidos.
"Se começar a queimar as mãos, tem que desligar. Se não queimar a mão, não vai queimar os alimentos também", explica uma funcionária do hospital.
“A carne é uma questão de herança cultural. Eu não vou chegar em uma aldeia de pescadores e dizer: parem de comer peixe. Comam o peixe, mas incluam na sua vida os alimentos que vêm da mãe terra. Porque eles vêm com a informação que você precisa", diz Alberto Gonzalez.
"Não posso dizer que sou vegetariano. Uma vez por mês eu não recuso um churrasquinho, mas também não sou escravo da alimentação. Como tudo que eu gosto, com uma certa regra", conta seu Orlando.
"Sempre digo que tudo que é verde faz bem para o que é vermelho. Quem está com doença cardiovascular volte-se para o reino vegetal. Alimente-se de tudo que é verde possível que a recuperação cardiovascular vem a reboque", aconselha Alberto Gonzalez.
Em casa, seu Orlando segue a orientação diariamente e faz questão de plantar suas verduras: "Eu aproveito qualquer cantinho. Uma jardineirinha da loja de R$ 1,99, um pouquinho de terra e brota um trigo bonito".
A grama de trigo usada no suco nasce de sementes comuns compradas no supermercado e simplesmente jogadas por seu Orlando na terra. "Todos os espaços, o quintal do vizinho, por exemplo, eu coloquei trigo há 15 dias e já está nascendo. Temos couve e outras hortaliças espalhadas no meio da vegetação. Uso de sete a oito qualidades para fazer o suco por dia", conta.
Será que é mesmo tão fácil assim? Nos dez dias em que testamos o suco também experimentamos a preparação dele, até em cozinhas de hotel. Se eu consegui, qualquer um consegue.
Mas, antes, é bom lembrar: estávamos no restaurante de um hotel na cidade turística de Campos do Jordão, e as tentações estavam servidas. Eram 9h. Eu jantei no dia anterior, às 20h30. Ou seja, havia mais de 12 horas. O estômago já estava reclamando. A mesa do café da manhã era farta. Em vez de optar por tudo o que eu normalmente comeria, fiquei só com as frutas e o suco verde.
Logo pegamos a estrada. Acompanhamos doutor Alberto Gonzalez até a casa de um paciente. A viola dá o tom. O lavrador Benedito Vicente da Rosa leva uma vida simples. Mora com a mulher no alto de uma colina, em um lugar onde não tem luz elétrica. Mas sobram ar puro e produtos tirados da terra sem agrotóxicos. Faltava saber como aproveitar todos os seus nutrientes. Foi o que seu Benedito aprendeu nas consultas pelo SUS. Visitas periódicas fazem parte do Programa de Saúde da Família.
Há um ano, o lavrador mal conseguia ir ao posto de saúde, por causa de uma trombose na perna esquerda, uma ferida enorme não cicatrizava.
"Estava muito machucado, era uma ferida só. Tinha um roxo que parecia uma lesão só. Tomei o suco e fechou tudinho, foi uma beleza. Eu já estava até desenganado", comemora o lavrador.
Doutor Alberto Gonzalez explica: "Os vasos da perna dele não chegavam até a intimidade do tecido, por conta do problema vascular. O suco promoveu o fenômeno denominado neovascularização, de crescer novos capilares onde não tinha".
Mas o médico alerta: "Se você está usando remédios e quer mudar para o suco, consulte um profissional médico. A pessoa que tem um problema grave de pressão arterial ou problema grave de perfusão sanguínea do próprio coração não pode parar de tomar o remédio. Eu trabalho usando remédios e o suco. Os remédios vão sendo tirados à medida que os resultados com o suco vão aparecendo. E isso depende da adesão do paciente".
Seu Benedito se empenhou de verdade para ver o resultado. Afinal, o que já seria difícil na cidade grande poderia até ser impossível para quem vive sem energia elétrica – sem um liquidificador.
"Tentei socar no pilão, mas espirrou muito. Tive que inventar outro modo. Daí, foi no ralador. Achei que foi importante", diz seu Benedito, que colhe os ingredientes, rala e espreme tudo com as mãos. "É um verdadeiro remédio. A perna sarou que é uma beleza! Não tem mais nada, está forte. Já estou imaginando até jogar bola. Eu gostava muito de jogar bola. Fazer isso todo dia é difícil, mas sem esforço ninguém consegue nada".
A germinação dos grãos é que dá força ao alimento, potencializa os nutrientes. É o que garante a mais antiga pesquisadora da comida viva no Brasil, a designer e professora Ana Branco, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). A primeira semente foi ela que plantou. Há 15 anos, Ana Branco reúne conhecimentos que ela passa adiante.
Preste atenção: é o passo-a-passo para você também aprender a germinar as sementes na sua casa.
"Colocamos a semente de girassol de molho na água. Vamos dormir e a semente vai acordar. São oito horas de molho na água. É o tempo de dormirmos e ela acordar. Na manhã do dia seguinte, jogamos a água fora e deixamos escorrendo em algum apoio por mais oito horas. Depois de oito horas de molho na água e oito horas no ar, é só darmos uma lavadinha antes de consumirmos. Podemos olhar o que aconteceu com a semente germinada. Dá para ver o narizinho que está nascendo. Nesse ponto, podemos consumir. Assim, comemos a energia vital contida nela. E ficamos forte que nem ela", diz Ana Branco.
Para ela, uma filosofia de vida que germinou e deu frutos. Muitos já aprenderam os segredos da alimentação viva em cursos e em uma feira na PUC-RJ.
"Nós começamos com o suco quando eu estava grávida da minha terceira filha. Meu marido faz o suco, fazemos para a família toda. Isso já acontece há três anos", conta a professora Rosana Cunha Pinto. "O grande barato é chamar as crianças para fazerem junto com você. Pede para uma pegar uma maçã, pede para outra segurar uma hortelã. E assim a gente vai cortando e preparando o alimento junto".
Eu bebi suco durante dez dias. E não foi difícil, mesmo fora de casa, dormindo em hotéis, comendo em restaurantes. Logo no primeiro dia, eu fiz exames de sangue que mostraram que a minha saúde vai muito bem. Taxas como colesterol e glicose, por exemplo, estão ótimas. E, por causa disso, eu resolvi não mudar mais nada na minha alimentação. No almoço e no jantar, continuei comendo o que estou acostumado e gosto: arroz, feijão, carne.
Mesmo assim, substituindo só café da manhã, o suco fez efeito. Perdi 2,1 quilos. Eu também senti outras mudanças que não podem ser medidas. A primeira: comecei a sentir menos fome nos últimos dias. E a segunda: mudança no apetite. Já não tenho tido mais tanta vontade de comidas pesadas. Pode ser resultado do suco.
SUCO DE LUZ DO SOL
Cortar uma maçã em pedaços pequenos e tirar as sementes. Colocar no liquidificador. Usar um pepino como socador para auxiliar a extrair o líqüido que mora dentro das hortaliças. Acrescentar os grãos germinados*, as folhas verdes comestíveis, o legume e a raiz escolhida na proporção indicada, variando as hortaliças sempre que possível e privilegiando as de produção orgânica. Coar em um pano e beber logo em seguida.
Legumes e raízes: cenoura, abóbora, maxixe, batata-doce, inhame, quiabo, couve-flor, abobrinha, nabo, beterraba.
*Como germinar grãos
1 – Colocar de uma a três colheres de sopa de grãos em um vidro e cobrir com água limpa.
2 – Deixar de molho por uma noite (8 horas).
3 – Cobrir o vidro com filó e prender com elástico. Despejar a água e enxaguar bem sob a torneira.
4 – Colocar o vidro inclinado em um escorredor em um lugar sombreado e fresco.
5 – Enxaguar pela manhã e à noite. Nos dias quentes, é preciso lavar mais vezes. Os grãos iniciam sua germinação em períodos variáveis. Em geral, estão com sua potência máxima logo que sinalizam, o processo do nascimento, quando ficam prontos para serem consumidos.
Sugestões de sementes:
Todas as sementes comestíveis, tanto pelo homem como pelos pássaros: girassol, painço, niger, colza, aveia, trigo, linhaça, arroz, soja, centeio, gergelim, grão-de-bico, amendoim, lentilha, nozes, castanha-do-pará, amêndoas, ervilha, feno-grego etc.
Receita: Ana Branco, designer e professora da PUC-RJ
Reportagem: Ismar Madeira (Campos do Jordão, São Paulo)
Assista as dicas da professora Ana Branco
RECEITAS E DICAS DE SUCOS VIVOS COM GIRASSOL GERMINADO
A Juliana Malhardes vende um kit, contendo coador, tule, elástico e sementes. Ele pode ser adquirido em www.culinariaviva.com.br
"Eu tomava remédio para pressão e não tomo mais. Emagreci dez quilos com uma alimentação natural que qualquer um pode fazer em casa", conta o aposentado Orlando Asse dos Santos.
Não é milagre. É o resultado da orientação médica, que seu Orlando recebeu em um posto de saúde de Campos do Jordão, em São Paulo. Tudo de graça, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Foi com o médico Alberto Gonzalez, pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que ele e muitos outros pacientes começaram a aprender que comida é remédio.
"Há influências bastante claras na obesidade, na constipação, na inflamação crônica, na dislipidemia – que é o desequilíbrio do colesterol –, nas doenças gastrointestinais e respiratórias e no diabetes", aponta Alberto Gonzalez.
Mas, afinal, o que é comida viva? A receita é simples: nada pode ser cozido, frito ou assado. Os alimentos são de origem vegetal. E para começar bem o dia, um suco poderoso.
Se uma pessoa que não tem uma doença diagnosticada nem se sente mal resolver experimentar esse alimento vivo, que resultados vai sentir?
"É muito importante que eu, me apresentando como médico, diga que alimento vivo é bom para quem está doente, mas o alimento vivo é uma alimentação para quem está sadio e quer se manter sadio", esclarece Alberto Gonzalez.
Decidi experimentar. Em dez dias, que resultados eu veria?
"Em dez dias, vai haver uma grande liberação de água do seu corpo. Muita água retida vai ser eliminada. Você também vai notar mudanças no âmbito da digestão e da disposição, principalmente após as refeições, Você vai se sentir muito bem disposto", adiantou Alberto Gonzalez.
Doutor Alberto troca o jaleco pelo avental. Hora de arregaçar as mangas e mostrar como se prepara o suco. "O grande equipamento é um liquidificador. Depois de tudo lavado, você começa a fazer o suco. Primeiro, picota o pepino. O pepino vai para perto da hélice, porque ele é um grande gerador de água. Aí vem a maçã. Vamos extrair a água do pepino, da maçã e das verduras orgânicas disponíveis com uma cenoura. E, finalmente, as sementes de girassol germinadas. Você pode usar só trigo, girassol, quinoa, gergelim, amêndoa. O ideal é a semente germinada”, ensina Alberto Gonzalez.
Este é o grande segredo da comida viva: grãos germinados. E se você já está se perguntando como vai fazer para conseguir essas sementes, não se preocupe.
"Em seguida, coamos. Fica uma massa consistente. É um coador de voal, que qualquer um pode ter. As pessoas com mais recursos usam uma centrífuga. É o café da manhã. É bom que seja um copo grande. Tem pão, manteiga, café e leite, só que em forma natural, viva e repleta de nutrientes vivos", ressalta Alberto Gonzalez.
Não é um suco ralinho, parece um leite ou algo muito cremoso. É em um casarão que doutor Alberto Gonzalez ensina receitas de alimentos vivos. Alguns pacientes são encaminhados para o local e aprendem que, além do suco, podem fazer pratos coloridos e saudáveis, como a caldeirada de frutos do mato.
Legumes ralados, picadinhos. Basta prensar os alimentos, uma técnica feita com as mãos, para controlar a temperatura da panela. Afinal, nos chamados alimentos vivos, legumes e verduras não podem ser cozidos.
"Se começar a queimar as mãos, tem que desligar. Se não queimar a mão, não vai queimar os alimentos também", explica uma funcionária do hospital.
“A carne é uma questão de herança cultural. Eu não vou chegar em uma aldeia de pescadores e dizer: parem de comer peixe. Comam o peixe, mas incluam na sua vida os alimentos que vêm da mãe terra. Porque eles vêm com a informação que você precisa", diz Alberto Gonzalez.
"Não posso dizer que sou vegetariano. Uma vez por mês eu não recuso um churrasquinho, mas também não sou escravo da alimentação. Como tudo que eu gosto, com uma certa regra", conta seu Orlando.
"Sempre digo que tudo que é verde faz bem para o que é vermelho. Quem está com doença cardiovascular volte-se para o reino vegetal. Alimente-se de tudo que é verde possível que a recuperação cardiovascular vem a reboque", aconselha Alberto Gonzalez.
Em casa, seu Orlando segue a orientação diariamente e faz questão de plantar suas verduras: "Eu aproveito qualquer cantinho. Uma jardineirinha da loja de R$ 1,99, um pouquinho de terra e brota um trigo bonito".
A grama de trigo usada no suco nasce de sementes comuns compradas no supermercado e simplesmente jogadas por seu Orlando na terra. "Todos os espaços, o quintal do vizinho, por exemplo, eu coloquei trigo há 15 dias e já está nascendo. Temos couve e outras hortaliças espalhadas no meio da vegetação. Uso de sete a oito qualidades para fazer o suco por dia", conta.
Será que é mesmo tão fácil assim? Nos dez dias em que testamos o suco também experimentamos a preparação dele, até em cozinhas de hotel. Se eu consegui, qualquer um consegue.
Mas, antes, é bom lembrar: estávamos no restaurante de um hotel na cidade turística de Campos do Jordão, e as tentações estavam servidas. Eram 9h. Eu jantei no dia anterior, às 20h30. Ou seja, havia mais de 12 horas. O estômago já estava reclamando. A mesa do café da manhã era farta. Em vez de optar por tudo o que eu normalmente comeria, fiquei só com as frutas e o suco verde.
Logo pegamos a estrada. Acompanhamos doutor Alberto Gonzalez até a casa de um paciente. A viola dá o tom. O lavrador Benedito Vicente da Rosa leva uma vida simples. Mora com a mulher no alto de uma colina, em um lugar onde não tem luz elétrica. Mas sobram ar puro e produtos tirados da terra sem agrotóxicos. Faltava saber como aproveitar todos os seus nutrientes. Foi o que seu Benedito aprendeu nas consultas pelo SUS. Visitas periódicas fazem parte do Programa de Saúde da Família.
Há um ano, o lavrador mal conseguia ir ao posto de saúde, por causa de uma trombose na perna esquerda, uma ferida enorme não cicatrizava.
"Estava muito machucado, era uma ferida só. Tinha um roxo que parecia uma lesão só. Tomei o suco e fechou tudinho, foi uma beleza. Eu já estava até desenganado", comemora o lavrador.
Doutor Alberto Gonzalez explica: "Os vasos da perna dele não chegavam até a intimidade do tecido, por conta do problema vascular. O suco promoveu o fenômeno denominado neovascularização, de crescer novos capilares onde não tinha".
Mas o médico alerta: "Se você está usando remédios e quer mudar para o suco, consulte um profissional médico. A pessoa que tem um problema grave de pressão arterial ou problema grave de perfusão sanguínea do próprio coração não pode parar de tomar o remédio. Eu trabalho usando remédios e o suco. Os remédios vão sendo tirados à medida que os resultados com o suco vão aparecendo. E isso depende da adesão do paciente".
Seu Benedito se empenhou de verdade para ver o resultado. Afinal, o que já seria difícil na cidade grande poderia até ser impossível para quem vive sem energia elétrica – sem um liquidificador.
"Tentei socar no pilão, mas espirrou muito. Tive que inventar outro modo. Daí, foi no ralador. Achei que foi importante", diz seu Benedito, que colhe os ingredientes, rala e espreme tudo com as mãos. "É um verdadeiro remédio. A perna sarou que é uma beleza! Não tem mais nada, está forte. Já estou imaginando até jogar bola. Eu gostava muito de jogar bola. Fazer isso todo dia é difícil, mas sem esforço ninguém consegue nada".
A germinação dos grãos é que dá força ao alimento, potencializa os nutrientes. É o que garante a mais antiga pesquisadora da comida viva no Brasil, a designer e professora Ana Branco, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). A primeira semente foi ela que plantou. Há 15 anos, Ana Branco reúne conhecimentos que ela passa adiante.
Preste atenção: é o passo-a-passo para você também aprender a germinar as sementes na sua casa.
"Colocamos a semente de girassol de molho na água. Vamos dormir e a semente vai acordar. São oito horas de molho na água. É o tempo de dormirmos e ela acordar. Na manhã do dia seguinte, jogamos a água fora e deixamos escorrendo em algum apoio por mais oito horas. Depois de oito horas de molho na água e oito horas no ar, é só darmos uma lavadinha antes de consumirmos. Podemos olhar o que aconteceu com a semente germinada. Dá para ver o narizinho que está nascendo. Nesse ponto, podemos consumir. Assim, comemos a energia vital contida nela. E ficamos forte que nem ela", diz Ana Branco.
Para ela, uma filosofia de vida que germinou e deu frutos. Muitos já aprenderam os segredos da alimentação viva em cursos e em uma feira na PUC-RJ.
"Nós começamos com o suco quando eu estava grávida da minha terceira filha. Meu marido faz o suco, fazemos para a família toda. Isso já acontece há três anos", conta a professora Rosana Cunha Pinto. "O grande barato é chamar as crianças para fazerem junto com você. Pede para uma pegar uma maçã, pede para outra segurar uma hortelã. E assim a gente vai cortando e preparando o alimento junto".
Eu bebi suco durante dez dias. E não foi difícil, mesmo fora de casa, dormindo em hotéis, comendo em restaurantes. Logo no primeiro dia, eu fiz exames de sangue que mostraram que a minha saúde vai muito bem. Taxas como colesterol e glicose, por exemplo, estão ótimas. E, por causa disso, eu resolvi não mudar mais nada na minha alimentação. No almoço e no jantar, continuei comendo o que estou acostumado e gosto: arroz, feijão, carne.
Mesmo assim, substituindo só café da manhã, o suco fez efeito. Perdi 2,1 quilos. Eu também senti outras mudanças que não podem ser medidas. A primeira: comecei a sentir menos fome nos últimos dias. E a segunda: mudança no apetite. Já não tenho tido mais tanta vontade de comidas pesadas. Pode ser resultado do suco.
SUCO DE LUZ DO SOL
Cortar uma maçã em pedaços pequenos e tirar as sementes. Colocar no liquidificador. Usar um pepino como socador para auxiliar a extrair o líqüido que mora dentro das hortaliças. Acrescentar os grãos germinados*, as folhas verdes comestíveis, o legume e a raiz escolhida na proporção indicada, variando as hortaliças sempre que possível e privilegiando as de produção orgânica. Coar em um pano e beber logo em seguida.
Legumes e raízes: cenoura, abóbora, maxixe, batata-doce, inhame, quiabo, couve-flor, abobrinha, nabo, beterraba.
*Como germinar grãos
1 – Colocar de uma a três colheres de sopa de grãos em um vidro e cobrir com água limpa.
2 – Deixar de molho por uma noite (8 horas).
3 – Cobrir o vidro com filó e prender com elástico. Despejar a água e enxaguar bem sob a torneira.
4 – Colocar o vidro inclinado em um escorredor em um lugar sombreado e fresco.
5 – Enxaguar pela manhã e à noite. Nos dias quentes, é preciso lavar mais vezes. Os grãos iniciam sua germinação em períodos variáveis. Em geral, estão com sua potência máxima logo que sinalizam, o processo do nascimento, quando ficam prontos para serem consumidos.
Sugestões de sementes:
Todas as sementes comestíveis, tanto pelo homem como pelos pássaros: girassol, painço, niger, colza, aveia, trigo, linhaça, arroz, soja, centeio, gergelim, grão-de-bico, amendoim, lentilha, nozes, castanha-do-pará, amêndoas, ervilha, feno-grego etc.
Receita: Ana Branco, designer e professora da PUC-RJ
Reportagem: Ismar Madeira (Campos do Jordão, São Paulo)
Assista as dicas da professora Ana Branco
RECEITAS E DICAS DE SUCOS VIVOS COM GIRASSOL GERMINADO
A Juliana Malhardes vende um kit, contendo coador, tule, elástico e sementes. Ele pode ser adquirido em www.culinariaviva.com.br
Pirataria, neste caso, de jeito nenhum
A discussão sobre o que é “pirataria” na internet é assunto polêmico. Internautas com ou sem carteirinha discutem e polemizam, mas (sempre existe um) entidades sérias e sem fins lucrativos, como o Instituto Nina Rosa, não devem entrar nesta polêmica. Os vídeos produzidos são assistidos livremente em http://www.institutoninarosa.org.br/ ou pelo http://www.youtube.com
Na íntegra:

DENÚNCIA DE PIRATARIA
________________________________________
Temos recebido denúncias de que nossas produções em vídeo têm sido pirateadas, ou seja, os DVDs estão sendo ilegalmente reproduzidos para venda. Já recebemos denúncia de sites que comercializavam estas cópias ilegais e agora de produtos falsificados sendo vendidos durante eventos.
PEDIMOS A TODOS: NÃO COMPREM DVDs PIRATEADOS DO INR E DENUNCIEM ESSE CRIME AO INSTITUTO NINA ROSA, PARA QUE POSSAMOS TOMAR AS MEDIDAS LEGAIS CABÍVEIS.
O Instituto é uma organização sem fins lucrativos e não recebe qualquer tipo de recurso externo, exceto o de esporádicas e espontâneas doações de pessoas físicas. Tudo que apuramos com a venda de nosso material é revertido para o próprio trabalho do Instituto, o que nos permite continuar atuando.
Pelo motivo acima e também como forma de preservar a qualidade do que produzimos, não autorizamos a reprodução de nossos produtos.
O DVD "A Carne é Fraca" teve seu preço reduzido pela metade quando seu custo de produção foi amortizado. O DVD "Não Matarás" teve o preço reduzido também pela metade até antes da amortização do que o INR pagou pela sua produção. E, ainda assim, damos descontos na aquisição em quantidades maiores.
Autorizamos gratuitamente exibições públicas de nossos vídeos, inclusive por emissoras de televisão. Todas as nossas produções estão disponíveis no Youtube (embora em baixa resolução). A única forma de divulgação que nos reservamos é exatamente a venda dos DVDs.
Pessoas copiarem, sem autorização, trabalhos de terceiros para venda em eventos que se propõem a promover princípios éticos, demonstram, no mínimo, incoerência nos seus valores.
Agradecemos desde já o apoio de todos.
Instituto Nina Rosa - projetos por amor à vida
Na íntegra:

DENÚNCIA DE PIRATARIA
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Temos recebido denúncias de que nossas produções em vídeo têm sido pirateadas, ou seja, os DVDs estão sendo ilegalmente reproduzidos para venda. Já recebemos denúncia de sites que comercializavam estas cópias ilegais e agora de produtos falsificados sendo vendidos durante eventos.
PEDIMOS A TODOS: NÃO COMPREM DVDs PIRATEADOS DO INR E DENUNCIEM ESSE CRIME AO INSTITUTO NINA ROSA, PARA QUE POSSAMOS TOMAR AS MEDIDAS LEGAIS CABÍVEIS.
O Instituto é uma organização sem fins lucrativos e não recebe qualquer tipo de recurso externo, exceto o de esporádicas e espontâneas doações de pessoas físicas. Tudo que apuramos com a venda de nosso material é revertido para o próprio trabalho do Instituto, o que nos permite continuar atuando.
Pelo motivo acima e também como forma de preservar a qualidade do que produzimos, não autorizamos a reprodução de nossos produtos.
O DVD "A Carne é Fraca" teve seu preço reduzido pela metade quando seu custo de produção foi amortizado. O DVD "Não Matarás" teve o preço reduzido também pela metade até antes da amortização do que o INR pagou pela sua produção. E, ainda assim, damos descontos na aquisição em quantidades maiores.
Autorizamos gratuitamente exibições públicas de nossos vídeos, inclusive por emissoras de televisão. Todas as nossas produções estão disponíveis no Youtube (embora em baixa resolução). A única forma de divulgação que nos reservamos é exatamente a venda dos DVDs.
Pessoas copiarem, sem autorização, trabalhos de terceiros para venda em eventos que se propõem a promover princípios éticos, demonstram, no mínimo, incoerência nos seus valores.
Agradecemos desde já o apoio de todos.
Instituto Nina Rosa - projetos por amor à vida
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Clorofila e outros sucos saudáveis
Suco natural de clorofila:- 3 folhas de couve manteiga orgânica;
- 1 cenoura orgânica;
- 1 punhado de salsinha ou coentro
- Bata todos os ingredientes no liquidificador.
O melhor seria tomar a clorofila pura, caso não consiga, faça o seguinte: coloque na forminha do congelador a clorofila batida e, todos os dias, de preferência em jejum, retire duas pedrinhas e bata com água filtrada e com uma fruta de sua preferência. Adoce a gosto.
Suco de kiwi
2 a 3 kiwis descascados e picados;
Suco de 1 limão;
Um copo de água filtrada.
Bata no liquidificador e adoce a gosto.
Hortelã
Já experimentou adicionar algumas folhas no abacaxi, no melão, na maçã verde, no maracujá?
Manjericão
2 ou 3 folhinhas batidas com a fruta dão um sabor bem refrescante.
Gengibre
2 pedacinhos pequenos de gengibre batidos com laranja, laranja com cenoura ou beterraba, melão, maçã, limão, acerola, kiwi, mexerica...
Frutas, diversas ervas e folhas contêm a vitamina C. Não tenha receio em experimentar e não espere ficar doente para comprovar o efeito.
Na revista Vegetarianos, número 33, tem ótimas dicas.
Escolha sempre a fruta da época e procure utilizar sempre orgânicos em alimentos crus.
QUINTA-FEIRA, 16 DE JULHO, BIOABSORVENTES NA LOJA GERMINAR
“Cada mulher utiliza entre 10.000 a 15.000 absorventes descartáveis que vão para o lixo, poluindo a natureza (rios, campos e oceanos). A decomposição destes absorventes demora até 100 anos.”
Absorventes industriais e tampões, com o tempo, podem ser causadores de desordens no organismo – cistos, infecções, irritações, cólicas e câncer.
A parceria é com a Lunas Bioabsorventes e estaremos no 12º Festival Vegano Internacional (http://www.svb.org.br/12veganfestival/), ao lado do Instituto Nina Rosa (http://www.institutoninarosa.org.br/). Estande número 4.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Naturais da Amazônia: trabalho social com a comunidade
Sementes da floresta
Assista mais em: www.dmzclipping.com.br/psf
Para assistir com mais facilidade copie o arquivo para seu computador.
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